O Moinho de Maré de Corroios foi construído em 1403 por ordem de D. Nuno Álvares Pereira. Sendo um dos mais antigos de Portugal e da Europa ainda em funcionamento, aproveita a energia das marés para a moagem de cereais e descasque de arroz, integrando atualmente o Ecomuseu Municipal do Seixal.
Origem e Fundação (Séc. XV)
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Construção: Mandado
edificar pelo Santo Condestável, D. Nuno Álvares Pereira, em 1403.
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Doação: Em 1404, o
Condestável doou o moinho e os terrenos adjacentes ao Convento do Carmo.
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Capacidade inicial: Originalmente, o edifício possuía 3 casais de mós e a respetiva casa do
moleiro
Evolução e Desastres (Séc. XVIII)
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Ampliação: O moinho
foi expandido no início do século XVIII para responder à forte procura moageira
da região.
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Terramoto de 1755: Sofreu grandes danos devido ao sismo, mas foi posteriormente reparado e
continuou a laborar.
Declínio e Recuperação (Séc. XX)
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Encerramento: Nos anos
70, a sua atividade diminuiu, tendo o último moleiro falecido em 1999.
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Aquisição Municipal: A Câmara Municipal do Seixal adquiriu a estrutura em 1980.
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Musealização: Após obras
de restauro, abriu ao público em 1986 como núcleo do Ecomuseu Municipal do
Seixal.
O Moinho Hoje
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Investimento: Em 2009,
beneficiou de uma requalificação profunda (investimento de mais de 2 milhões de
euros).
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Classificação: Está
classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1984.
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Visitas: Encontra-se
preservado e funcional, permitindo compreender todo o processo em que a água da
caldeira é retida e libertada para mover as engrenagens e as mós
Vídeos Explicativos
Para uma
visão geral e imagens de arquivo sobre este importante património histórico e
os seus mecanismos:
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/nucleo-do-moinho-de-mare-de-corroios/

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