Já existia um pavilhão de caça, atrás da Quinta de Queluz,
da família de Moura desde o século XVI. A família apoiou a Espanha na Guerra da
Restauração e, sem perder, as suas propriedades foram confiscadas por Juan IV e
incorporadas na Casa do Infantado. O curioso é que a Quinta de Queluz foi
devolvida à família em 1735 e, desde então, a Casa do Infantado tinha de pagar
renda pelo seu uso. Até que finalmente foi comprado em 1757.
Foi residência da família real portuguesa antes do seu
exílio no Brasil e da ocupação pelas tropas francesas. Com o regresso do
Brasil, nas suas salas viveram e caíram a rainha Carlota Joaquina, a princesa
Maria Benedita e o rei Pedro IV, primeiro imperador do Brasil. Todos no
primeiro terço do século XIX.
Quase abandonado pelos monarcas sucessores, em 1908 foi transferido para o Património do Estado tendo pertencido, mais tarde, à família real em 1910, com a proclamação da república, ficando totalmente abandonado e degradado
Ao 5 de Outubro de 1934, á quem diga que
durante uma obra um trabalhar por
descuido deitou para o chão um cigarro que provocando o rastilho de um grande incêndio em grande
parte do palácio.
Apos o restaurado, pelo
arquiteto Raul Lino, em conjunto com o Dr. José de Figueiredo (pelo Conselho
Superior de Belas Artes), liderou e acompanhou os trabalhos de recuperação da
ala esquerda e das salas afetadas. abriu as suas
portas como museu em 1940, por iniciativa do então presidente do conselho de
ministro, António de Oliveira Salazar .
Desde o ano 2000 que o Palácio de Queluz faz parte da lista do Património da Humanidade da UNESCO
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