sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Dia Mundial da Fotografia ( rescaldo )


 Feliz Dia Mundial da Fotografia

A existência do Dia Mundial da Fotografia é motivo de muita comemoração.

Mais do que cliques, a fotografia é sobre memória, identidade e emoção.

No dia 19 de agosto, celebramos não apenas a técnica ou a história, mas a capacidade única que uma imagem tem de eternizar instantes e aproximar pessoas.

Que essa data seja um convite para revisitar álbuns, criar novos registros e valorizar ainda mais os profissionais que transformam a luz em poesia visual.

Como celebrar o Dia Mundial da Fotografia

A data é uma excelente oportunidade para fotógrafos, artistas visuais e apaixonados pela arte ampliarem sua conexão com o público. Veja algumas ideias para comemorar:

Monte uma exposição fotográfica: pode ser presencial ou virtual, reunindo trabalhos autorais ou coletivos.

Crie um desafio nas redes sociais: proponha um tema e incentive seguidores a participarem, compartilhando suas fotos com uma hashtag especial.

Promova uma live ou palestra online: fale sobre sua experiência, técnicas ou histórias por trás de seus registros.

Organize um workshop: compartilhar conhecimento é uma forma poderosa de fortalecer a comunidade fotográfica.

Reviva memórias: publique fotos antigas, conte bastidores e mostre como sua trajetória foi marcada por momentos únicos.




Dia Mundial da Fotografia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_da_Fotografia

 

História da fotografia

Fotografia




Dia Mundial da Fotografia: o grande ano de 1839

O dia 19 de Agosto de 1839 amanheceu com uma unícia que veio, de facto, a mudar o mundo: o governo francês anuncia, oficialmente, a invenção da fotografia e o seu domínio público.
Certamente posso encontrar reportagens anteriores sobre “câmaras escuras” e imagens reproduzidas da Grécia Antiga, segundo as suas fontes. Agora, em 1839 foi apresentado um sistema permanente de captura de imagens, obviamente primeiro e oficial.
Para celebrar os dados como o Dia Mundial da Fotografia tem, então, origem nesse anúncio oficial da invenção daguerreótipo (daguerreótipo), um processo fotográfico desenvolvido por Louis-Jacques-Mandé Daguerre alguns anos antes, em 1837. A invenção de Daguerre não surgiu, porém, de forma tão simples. Joseph Nicéphore Niépce Faith ou seu precursor, um dos elementos químicos e físicos, tendeu a criar a heliografia em 1826. Nessa experiência, ele aliou o princípio da “camara obscura” (incorporada por artistas do século XVI, entre eles Leonardo da Vinci) com fotografia característica dos sais de prata. Após a morte de Niépce, Daguerre viu a invenção, rebatizando-a como convívio: ou daguerreótipo.
Ora, em 6 de Janeiro de 1839, na Academia Francesa de Ciências já havia anunciada a invenção daguerreótipo (a primeira notícia saiu no jornal Gazette de France – ver em francês e em inglês), mas apenas a 19 de Agosto do mesmo ano o governo francês, tendo adquirido o processo, declarou a invenção de Daguerre como um presente “gratis para o mundo”. Por fim, você consegue capturar imagens para registrar sua história e transformar o mundo, graças a uma pequena caixa, e também fica totalmente gravado.
Esta é uma foto nobre com peso, gerenciada por meios técnicos e agentes sensibilizadores adequados. Quando se trata de uma exposição longa, é impossível detectar veículos que passam sem se mover; Porém, duas vezes, para entrega permanente ou com prazo suficiente, siga as instruções da imagem: o engraxador e o seu cliente.
Mas o ano de 1839 não aconteceu, tendeu a surgir apenas um novo começo para a fotografia: William Fox Talbot inventou outro processo fotográfico: o calótipo.
Ao longo do tempo, a fotografia sofreu várias contestações por parte do meio conservador e religioso (acusando a invenção de blasfémia), e até mesmo algum desprezo por parte do meio cultural e artístico. Era complicado perceber o seu lugar, a sua função, sem ser uma olhada como substituto das formas tradicionais de representação existentes, como a pintura. Mas o que se discute é uma era fotográfica ou nenhuma arte, mas não foi assim que se transformou na natureza geral da arte e da cultura, da natureza da arte e da cultura, mas das filosofias dos cientistas, até aos dias de hoje.

domingo, 16 de agosto de 2026

Joias da Coroa Portuguesa

 



Joalharia

Esta colecção caracteriza-se por uma grande diversidade de tipologias e proveniências de finais do século XVII a finais do século XIX. Por questões de segurança, e de autenticidade dos interiores do palácio, a maioria das peças de joalharia não se encontra, exposta ao público.

Dentro desta colecção distinguem-se dois grandes núcleos:

As Joias da Coroa Portuguesa, constituídas por peças predominantemente do século XVIII e de produção nacional. É um conjunto heterogéneo, pela diversidade de tipologias, apresentando no entanto, como característica comum, a excelência dos materiais e mestria técnica e artística. Incluem-se neste núcleo as jóias de adorno, as armas que complementam os uniformes de gala, sumptuosas insígnias honoríficas, nacionais e estrangeiras e ainda alguns minerais em bruto, provenientes das explorações auríferas e diamantíferas brasileiras.

As Jóias do Quotidiano que são constituídas por várias tipologias de adorno para uso corrente, no qual predominam os exemplares oitocentistas, provenientes das oficinas nacionais, mas também das oficinas francesas e italianas.

Metais

Esta colecção integra um vasto e heterogéneo acervo de peças de carácter utilitário e decorativo, maioritariamente, do século XIX. Inclui objectos de uso doméstico, bem como objectos decorativos de grande requinte e qualidade técnica, executados em bronze, latão e cobre, entre outras. É uma colecção que representa os revivalismos históricos e a influência do oriente nas artes decorativas, testemunhando igualmente a influencia da industria na arte de trabalhar os metais durante o século XIX

Ourivesaria

A colecção de ourivesaria é composta por uma grande diversidade de tipologias e proveniências, do século XIV a inícios do século XX. Distinguem-se na sua constituição três núcleos: pratas da coroaourivesaria religiosa e pratas decorativas e utilitárias.

O núcleo das pratas da coroa reúne peças entre os séculos XVII e XX. Neste núcleo assumem particular importância a principal baixela da coroa, a Baixela Germain, encomenda do rei D. José I a François Thomas Germain na segunda metade do século XVIII; bem como prata de aparato da casa real portuguesa, constituída maioritariamente por salvas e gomis de grande valor artístico, que testemunham de forma única a produção artística portuguesa dos séculos XV, XVI e XVIII.

ourivesaria religiosa reúne objectos na sua maioria dos séculos XVIII e XIX. Inclui exemplares utilizados nas capelas dos paços reais e bens da casa real após a extinção das ordens religiosas em 1834.

O núcleo das pratas decorativas e utilitárias é constituído por objectos relacionados com o quotidiano do palácio, muitos deles adquiridos pela rainha D. Maria Pia, na segunda metade do século XIX. Alguns destes objectos estão incluídos no percurso museológico, de acordo com a reconstituição histórica dos ambientes do século XIX. Destacam-se as produções das oficinas nacionais, francesas, inglesas, austríacas e italianas, sendo quantitativamente o núcleo mais representativo desta colecção.























































Dia Mundial da Fotografia ( rescaldo )

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