UM POUCO DE HISTÓRIA
O Palácio de Queluz, foi construído entre 1748 e 1787.
As obras foram levadas a cabo em três fases. A primeira para construir uma
“casita” ao infante Dom Pedro; na segunda, o senhor como príncipe do Brasil,
incorporou um salão do trono além de outras estâncias e, a terceira, sendo o
rei de Portugal, alargou mais o palácio ao príncipe herdeiros e aos infantes.
Já existia um pavilhão de caça, atrás da
Quinta de Queluz, da família de Moura desde o século XVI. A família apoiou a
Espanha na Guerra da Restauração e, sem perder, as suas propriedades foram
confiscadas por Juan IV e incorporadas na Casa do Infantado. O curioso é que a
Quinta de Queluz foi devolvida à família em 1735 e, desde então, a A
Casa do Infantado tinha de pagar renda pelo seu uso. Até
que finalmente foi comprado em 1757.
Foi residência da família real portuguesa
antes do seu exílio no Brasil e da ocupação pelas tropas francesas. Com o
regresso do Brasil, nas suas salas viveram e caíram a rainha Carlota Joaquina,
a princesa Maria Benedita e o rei Pedro IV, primeiro imperador do Brasil. Todos
no primeiro terço do século XIX.
Quase abandonado pelos monarcas sucessores,
em 1908 foi transferido para o Património do Estado tendo pertencido, mais
tarde, à família real em 1910, com a
proclamação da república, ficando totalmente abandonado e degradado
Ao 5 de Outubro de 1934, á quem diga que
durante uma obra um trabalhar por
descuido deitou para o chão um cigarro que provocando o rastilho de um grande incêndio em grande
parte do palácio.
Apos o restaurado, pelo
arquiteto Raul Lino, em conjunto com o Dr. José de Figueiredo (pelo Conselho
Superior de Belas Artes), liderou e acompanhou os trabalhos de recuperação da
ala esquerda e das salas afetadas. abriu as suas
portas como museu em 1940, por iniciativa do então presidente do conselho de
ministro, António de Oliveira Salazar .
Desde o ano 2000 que o Palácio de Queluz faz parte da lista do Património da Humanidade da UNESCO



