quinta-feira, 23 de julho de 2026

Cabo da Roca






Se for a Sintra, não pode perder uma visita ao ponto mais ocidental da Europa Continental, o Cabo da Roca.

 

Situado na latitude 38º 47´ Norte e na longitude 9º 30´ Oeste, o Cabo da Roca é uma coordenada importante para quem navega ao longo da costa, sendo o ponto mais ocidental do continente europeu continental, facto comprovado pelo certificado que os visitantes levam como recordação.

 

A cerca de 150 metros do mar, aqui pode-se ter uma vista abrangente sobre a Serra de Sintra e sobre a costa, que faz valer a pena a visita.

 

Registos históricos apontam para a existência de um forte no Cabo da Roca no séc. XVII que teve um papel importante na vigia da entrada de Lisboa, formando uma linha defensiva ao longo da costa, sobretudo durante as Guerras Peninsulares. Atualmente existem apenas vestígios, para além do farol que continua a ser um ponto importante para a navegação.

 

Está integrado no Parque Natural de Sintra-Cascais e é um dos motivos de interesse dos percursos pedestres que aqui se podem fazer ao longo da costa.












































quarta-feira, 22 de julho de 2026

Dia Mundial do Calceteiro

O Dia Nacional do Calceteiro e da Calçada Portuguesa celebra-se a 22 de julho. A data homenageia a mestria destes profissionais e destaca a importância de uma arte ímpar, com celebrações ativas um pouco por todo o país, desde Braga até Lisboa

A Profissão e o Seu Património

A profissão de calceteiro é reconhecida pelo saber-fazer transmitido de geração em geração, moldando a identidade visual das cidades portuguesas.

Risco de Extinção: Associações como a da Calçada Portuguesa têm alertado para a necessidade de valorizar a profissão, que enfrenta desafios devido às condições exigentes de trabalho e à escassez de novos profissionais

Património Mundial: A Calçada Portuguesa está inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial e foi submetida a candidatura para integrar a lista de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

 

Saiba mais

Para aprofundar o conhecimento sobre esta data e a arte da calçada, consulte os canais oficiais:

Câmara Municipal de Lisboa: Acompanhe as iniciativas e exposições promovidas pela autarquia no Portal da Câmara Municipal de Lisboa.

Escola de Calceteiros: Conheça o trabalho de formação e preservação desta arte no artigo sobre o Dia Nacional do Calceteiro em Lisboa.





sábado, 18 de julho de 2026

Convento do Carmo em Lisboa




Imagina entrar numa igreja gótica gigantesca e olhar pra cima esperando ver o teto… e ver o céu. É exatamente essa a sensação que a gente tem ao visitar o Convento do Carmo, uma das atrações mais únicas e cinematográficas de Lisboa. As ruínas abertas, com os arcos góticos apontando pro azul, formam uma das imagens mais marcantes que a gente trouxe de Portugal.

Confessamos: na primeira visita, a gente foi quase de passagem, achando que ia ser “só mais uma igreja”. Saiu de lá com a certeza de que é parada obrigatória no roteiro de Lisboa. E o melhor: fica colado no Elevador de Santa Justa, então dá pra encaixar fácil no dia.

 











O que é o Convento do Carmo

 

O Convento do Carmo foi mandado construir em 1389 por Dom Nuno Álvares Pereira, herói da batalha de Aljubarrota, e foi inaugurado já no século XV. Por muito tempo, foi o maior edifício gótico de Lisboa e a principal igreja gótica da cidade.

Tudo mudou no famoso Grande Terramoto de 1755, que destruiu boa parte de Lisboa. O convento desabou parcialmente — e, em vez de reconstruírem o teto, decidiram deixar as ruínas a céu aberto. O resultado é esse cenário impressionante que a gente vê hoje: arcos góticos perfeitos, sem teto, em pleno coração do Chiado.

Hoje o espaço abriga o Museu Arqueológico do Carmo, considerado o primeiro museu arqueológico de Portugal. Dá pra circular pela nave da antiga igreja (parte aberta) e visitar o museu propriamente dito, instalado no fundo, onde antes ficava o altar-mor










Museu Arqueológico do Carmo: o que tem dentro

A coleção do museu é uma viagem no tempo, com peças que vão do período paleolítico até o século XVI. A gente confessa que não esperava muito da parte do museu, mas saiu surpreendido com a variedade do acervo.

Entre os destaques, dá pra ver:

Túmulos do rei Dom Fernando I (que governou Portugal de 1367 a 1383) e de Dom Fernando Sanches

Artefatos romanos, visigóticos e medievais

Cerâmicas e azulejaria antiga

Múmias peruanas pré-colombianas — sim, no meio de Lisboa! Foi uma das coisas que mais nos surpreendeu na visita

Pedras tumulares e elementos arquitetônicos da igreja original

 

























Cabo da Roca

Se for a Sintra, não pode perder uma visita ao ponto mais ocidental da Europa Continental, o Cabo da Roca.   Situado na latitude 38º 47´...