No dia em que passa um ano, uma oliveira de 150 anos e 16 blocos em calcário assinalam, no Largo
da Oliveirinha, junto à Calçada da Glória
pelo descarrilamento do Elevador da Glória que fez 16 mortos e 24 feridos de 15
nacionalidades.. A cerimónia decorreu no Largo, onde foram
depositadas várias coroas de flores pelos familiares das vítimas.
Cada bloco tem gravado o nome das pessoas que
morreram e a nacionalidade.
Antunes Fotografia
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Memorial presta homenagem às vítimas do Elevador da Glória
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Dia Mundial da Fotografia ( rescaldo )
Feliz Dia Mundial da Fotografia
A existência do Dia Mundial da Fotografia é motivo de muita comemoração.
Mais do que cliques, a fotografia é sobre memória, identidade e emoção.
No dia 19 de agosto, celebramos não apenas a técnica ou a história, mas a capacidade única que uma imagem tem de eternizar instantes e aproximar pessoas.
Que essa data seja um convite para revisitar álbuns, criar novos registros e valorizar ainda mais os profissionais que transformam a luz em poesia visual.
Como celebrar o Dia Mundial da Fotografia
A data é uma excelente oportunidade para fotógrafos, artistas visuais e apaixonados pela arte ampliarem sua conexão com o público. Veja algumas ideias para comemorar:
Monte uma exposição fotográfica: pode ser presencial ou virtual, reunindo trabalhos autorais ou coletivos.
Crie um desafio nas redes sociais: proponha um tema e incentive seguidores a participarem, compartilhando suas fotos com uma hashtag especial.
Promova uma live ou palestra online: fale sobre sua experiência, técnicas ou histórias por trás de seus registros.
Organize um workshop: compartilhar conhecimento é uma forma poderosa de fortalecer a comunidade fotográfica.
Reviva memórias: publique fotos antigas, conte bastidores e mostre como sua trajetória foi marcada por momentos únicos.
Dia Mundial da Fotografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_da_Fotografia
História da fotografia
Fotografia
domingo, 16 de agosto de 2026
Joias da Coroa Portuguesa
Joalharia
Esta colecção caracteriza-se por uma grande diversidade de tipologias e
proveniências de finais do século XVII a finais do século XIX. Por questões de
segurança, e de autenticidade dos interiores do palácio, a maioria das peças de
joalharia não se encontra, exposta ao público.
Dentro desta colecção distinguem-se dois grandes núcleos:
As Joias da Coroa Portuguesa, constituídas por peças
predominantemente do século XVIII e de produção nacional. É um conjunto
heterogéneo, pela diversidade de tipologias, apresentando no entanto, como
característica comum, a excelência dos materiais e mestria técnica e artística.
Incluem-se neste núcleo as jóias de adorno, as armas que complementam os
uniformes de gala, sumptuosas insígnias honoríficas, nacionais e estrangeiras e
ainda alguns minerais em bruto, provenientes das explorações auríferas e
diamantíferas brasileiras.
As Jóias do Quotidiano que são constituídas por várias
tipologias de adorno para uso corrente, no qual predominam os exemplares
oitocentistas, provenientes das oficinas nacionais, mas também das oficinas
francesas e italianas.
Metais
Esta colecção integra um vasto e heterogéneo acervo de peças de carácter
utilitário e decorativo, maioritariamente, do século XIX. Inclui objectos de
uso doméstico, bem como objectos decorativos de grande requinte e qualidade
técnica, executados em bronze, latão e cobre, entre outras. É uma colecção que
representa os revivalismos históricos e a influência do oriente nas artes
decorativas, testemunhando igualmente a influencia da industria na arte de
trabalhar os metais durante o século XIX
Ourivesaria
A colecção de ourivesaria é composta por uma grande diversidade
de tipologias e proveniências, do século XIV a inícios do século XX.
Distinguem-se na sua constituição três núcleos: pratas da
coroa, ourivesaria religiosa e pratas
decorativas e utilitárias.
O núcleo das pratas da coroa reúne
peças entre os séculos XVII e XX. Neste núcleo assumem particular importância a
principal baixela da coroa, a Baixela Germain, encomenda do rei D. José I a
François Thomas Germain na segunda metade do século XVIII; bem como prata de
aparato da casa real portuguesa, constituída maioritariamente por salvas e
gomis de grande valor artístico, que testemunham de forma única a produção
artística portuguesa dos séculos XV, XVI e XVIII.
A ourivesaria religiosa reúne objectos
na sua maioria dos séculos XVIII e XIX. Inclui exemplares utilizados nas
capelas dos paços reais e bens da casa real após a extinção das ordens
religiosas em 1834.
O núcleo das pratas decorativas e utilitárias é
constituído por objectos relacionados com o quotidiano do palácio, muitos deles
adquiridos pela rainha D. Maria Pia, na segunda metade do século XIX. Alguns
destes objectos estão incluídos no percurso museológico, de acordo com a
reconstituição histórica dos ambientes do século XIX. Destacam-se as produções
das oficinas nacionais, francesas, inglesas, austríacas e italianas, sendo
quantitativamente o núcleo mais representativo desta colecção.
Memorial presta homenagem às vítimas do Elevador da Glória
Créditos : Facebook No dia em que passa um ano, uma oliveira de 150 anos e 16 blocos em calcário assinalam, no Largo da Oliveirinha, j...
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