Velha Guarda da EX-CRGE irá realizar o 60º convívio no Sábado 6 de Junho de 2026, no Restaurante Quinta da Valinha em Pataias.
8 horas – Partida Lisboa - R. Ivone Silva / Av. 5 de
Outubro (próximo da antiga feira popular / traseiras Hospital Curry Cabral /
Hotel VIP Executive Zurique / próximo Estação de Metro e Comboio de
Entrecampos)
8:30 horas - Vila Franca de Xira - Largo da estação da
CP
Pequeno Almoço: Por do Sol 2 em Aveiras de Cima
Caso haja necessidade e/ou tempo breve paragem em local
a definir.
12:30 horas – Recepção / Almoço no Restaurante Quinta
da Valinha - Pataias
17 horas – Regresso a Lisboa
O Restaurante Pôr do Sol 2 Residencial Pôr Do
Sol 2, localizado em Aveiras de Cima (Concelho de Azambuja) Pôr do Sol 2 - Câmara Municipal de Azambuja, é um
estabelecimento muito conhecido e popular nas proximidades da autoestrada Rotanacional. Embora não possua uma
"história" épica ou corporativa documentada em livros de história,
destaca-se por ser uma paragem clássica e acolhedora para quem viaja e procura
uma refeição tradicional portuguesa farta e um serviço rápido Residencial Pôr
Do Sol 2.
A sua reputação foi construída ao longo dos anos com
base em alguns pilares:
·
Especialidades Regionais: É muito procurado por servir pratos tradicionais
portugueses como o Bacalhau à Minhota e o Cabrito à Zé Padeiro Pôr do Sol 2 |
Aveiras de Cima
·
Estrutura Hoteleira: Mais do que um restaurante, o espaço funciona também como Residencial
Residencial Pôr do Sol 2 - Câmara Municipal de
Azambuja, oferecendo 11 quartos Residencial Pôr do Sol 2 - Câmara
Municipal de Azambuja e parque de estacionamento Residencial Pôr Do Sol 2,
sendo uma opção frequente para viajantes e grupos turísticos Residencial Pôr Do
Sol 2.
O Parque D. Carlos I foi criado em 1799 e é um
jardim romântico com 11 hectares. Inicialmente projetado como um "Passeio
da Copa" para os doentes do Hospital Termal,
foi totalmente remodelado no final do século XIX por Rodrigo Berquó, que lhe deu o traçado e o grande lago que hoje
conhecemos.
A evolução histórica deste espaço verde nas Caldas da Rainha divide-se nos seguintes
momentos:
·
As Origens (Século XVIII): A sua génese remonta a 1747, durante o reinado de D.
João V, que mandou construir a Casa da Convalescença e adquiriu os terrenos da
antiga Quinta do Hospital. O espaço foi oficializado em 1799 para servir
de apoio terapêutico
·
A Era Berquó (Final do Século XIX): Em 1888, o administrador Rodrigo Maria Berquó iniciou
uma profunda modernização com o objetivo de elevar as termas ao estatuto de
luxuosa estância europeia. Transformou os terrenos num jardim romântico, mandou
abrir o lago artificial e construiu os imponentes Pavilhões do Parque
·
Século XX até ao Presente: Após a reestruturação e consolidação do espaço, o
parque tornou-se um local de grande valor cívico e de lazer. Os Pavilhões do
Parque (projetados para albergar um novo hospital) serviram como quartel
militar e escola, estando atualmente integrados num projeto de reabilitação e
valorização turística.
A história completa do local, dos edifícios históricos
e do património termal pode ser explorada através do Museu do Hospital e das
Caldas.
Mercado Diário das Caldas da Rainha
As feiras e mercados das Caldas da Rainha estão
profundamente enraizados na génese da cidade, remontando ao século XV,
quando a Rainha D. Leonor fundou o Hospital Termal. A cidade cresceu em torno
do comércio e do termalismo.
As principais tradições comerciais dividem-se em dois
grandes ícones históricos:
1. Praça da Fruta (Mercado Diário)
·
Origem: Funciona
desde o século XV, sendo considerado o mercado de rua mais antigo de Portugal a
operar sem interrupção.
·
Localização: Realiza-se
na Praça da República (antigo Rossio da Vila).
·
Características: É o único
mercado diário ao ar livre no país. Faça chuva ou faça sol, as bancas coloridas
reúnem produtores rurais que ali vendem os melhores produtos agrícolas da
região, flores e iguarias locais. Pode consultar mais detalhes sobre o seu
património histórico no portal da União das
Freguesias das Caldas da Rainha.
2. Feira de 15 de Agosto
·
Origem: É uma das
feiras anuais mais antigas e tradicionais de toda a região Oeste.
·
Tradição: Começou
como um evento agrícola e mercantil, mas evoluiu para uma grande celebração
popular. Tradicionalmente, inclui o Mercado Saloio, as célebres Tasquinhas e
espetáculos musicais.
·
Contexto: A data é o
ponto alto do verão caldense, culminando com homenagens à Rainha D. Leonor.
A Dinâmica Comercial
Desde a sua fundação, a cidade atraiu viajantes e
nobres que procuravam as termas, o que promoveu o surgimento de um forte
comércio tradicional. Este ambiente impulsionou não só a agricultura, mas
também o artesanato secular, como a famosa cerâmica com traços de Bordallo
Pinheiro, o bordado tradicional e a cutelaria. Espaços históricos como o Mercado da Fruta continuam no coração do centro
histórico.
Restaurante Quinta da Valinha
RECEPÇÃO DE BOAS-VINDAS: Rissóis de camarão/ Croquetes
de carne/ Mini Pastéis de Bacalhau/ Enchidos Regionais/ Pão/ Broa de milho
Moscatel, Águas Minerais e Sumo de Laranja s/Gás.
SOPA: Sopa da Pedra ou Creme de Legumes
PRATO PEIXE: Bacalhau c/ broa, Batatinhas e Migas
PRATO CARNE: Lombo Cachaço à Mosteiro com arroz
primavera
SOBREMESA: Gelado Tipo Vianetta ou salada de fruta
BEBIDAS PARA A REFEIÇÃO: Águas, Sumos de Laranja S/gás,
Refrigerantes, Cerveja Mini, Vinho branco e tinto, Vinho Verde Branco, Sangria
Tinta e Vinho branco à Pressão
CAFÉ E DIGESTIVOS: Amêndoa Amarga, Licor de Ervas,
Whisky Novo, Aguardente Bagaceira, Minis, Imperial
BOLO COMEMORATIVO E ESPUMANTE

.jpg)
.jpg)








Sem comentários:
Enviar um comentário