sábado, 1 de outubro de 2022

Museu da Carris – Uma viagem no tempo

Algures em Lisboa anos 40

O Museu da Carris oferece-lhe uma viagem no tempo e na história dos transportes públicos em Lisboa; essencial para compreender o desenvolvimento da cidade.

O Museu da Carris oferece-lhe uma viagem no tempo e na história dos transportes públicos em Lisboa. Essencial para compreender o desenvolvimento da cidade e, tal como o nome indica, a predominância dos carris como elemento marcante da mesma, o Museu da Carris oferece um olhar para os outros séculos. A exibição de viaturas de transporte, exposta numa enorme área de naves oficinais onde percorremos os anos de Lisboa, das carruagens sobre carris puxadas por cavalos, aos autocarros da segunda metade do século XX. Curiosamente, todos os transportes aqui mostrados poderiam sair pelas suas próprias rodas do núcleo museológico e passear pela cidade, menos os do núcleo III, que ainda aguardam restauro. As galerias do Museu da Carris recebem também exposições temporárias e eventos, dada a dimensão deste museu original e diferente em Alcântara.


































































terça-feira, 27 de setembro de 2022

Os encantos da cidade de Lisboa

A Pensão Praça da Figueira beneficia de uma excelente e privilegiada localização no centro de Lisboa, a Baixa Pombalina, o centro histórico da cidade, onde o cliente encontra, a menos de 50 metros da porta principal da pensão, paragens para todos os transportes públicos e vários parques de estacionamento.

Lisboa é uma cidade repleta de atracções para todos os gostos e idades. As principais estão muito próximas da Pensão, como a Praça da Figueira, a Praça do Rossio, O Elevador de Santa Justa, e os bairros de Alfama e Bairro Alto, tudo aqui no centro de Lisboa.

Visitar Lisboa, cuja origem deriva do nome ULISSES, é conhecer uma cidade verdadeiramente histórica. Assim, num simples passeio por Lisboa, pelas ruas perto da pensão, os hóspedes têm a oportunidade de conhecer uma grande parte da história da cidade, os seus belos monumentos históricos e também descobrir a grande diversidade cultural e gastronómica dos bairros típicos e Baixa comercial de Lisboa.
















No centro da cidade, no centro histórico de Lisboa, a Rua da Prata 10-22 tem sido frequentemente o pano de fundo para fotos de muitos turistas. O edifício é realmente atraente, com as suas belas decorações e uma arquitetura média-alta que foi construída para resistir aos tempos e aos elementos naturais.

 

Toda a área envolvente remonta ao período posterior a 1755, data em que o Grande Terremoto destruiu todo o bairro. A Técnica da Gaiola Pombalina foi o primeiro exemplo de construção resistente a terremotos. Hoje, a grande maioria desses edifícios são ocupados por bancos, empresas de seguros e instituições públicas.


quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Castelo de São Jorge

O Castelo de São Jorge é um dos monumentos mais emblemáticos de Lisboa, situado na mais alta colina da cidade.

A mais antiga fortificação no local conhecida data do séc. II a.C, embora vestígios aqui encontrados datem do séc. VI a.C. A arqueologia permitiu ainda descobrir vestígios de fenícios, gregos, cartagineses, romanos e muçulmanos, comprovando a ocupação humana constante desde tempos remotos.

O castelo propriamente dito teve a sua fundação nos séculos X e XI, quando Lisboa era uma importante cidade portuária muçulmana. Em 1147, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, conquistou o castelo e a cidade aos mouros. Entre o séc. XIII e o séc. XVI teve o seu período mais importante. No séc. XVI, foi no castelo que o rei D. Manuel I recebeu Vasco da Gama depois da sua viagem marítima à Índia e que a primeira peça de teatro portuguesa, da autoria de Gil Vicente, foi representada, por ocasião do nascimento do rei D. João III.

Declarado Monumento Nacional em 1910, sofreu grandes obras de restauro durante o séc. XX, que lhe deram o aspecto actual. É um dos locais mais importantes da cidade e um espaço de lazer muito concorrido pela população dos bairros envolventes. Pode-se dizer que tem a melhor vista da cidade e do Rio Tejo.

No interior, destaca-se o núcleo museológico, onde se pode ver a história de Lisboa, e a Torre de Ulisses. O fundador lendário da cidade dá nome à antiga Torre do Tombo do castelo onde um periscópio permite observar a cidade em 360º em tempo real.





Elevador de Santa Justa - Lisboa

Apanhe um dos elevadores mais icónicos de Lisboa. Uma estrutura única e uma vista fenomenal a partir do topo, tornam-no uma das atracões mais procuradas da cidade.

O elevador de Santa Justa é um dos monumentos históricos mais famosos na baixa de Lisboa.

Da autoria de Mesnier du Ponsard, foi originalmente apelidado como Ascensor Ouro-Carmo.

Liga a Rua do Ouro ao Largo do Carmo, numa estrutura em estilo neogótico completamente distinta dos restantes elevadores da cidade.

As próprias cabines de madeira elegantemente decoradas com latão evocam uma viagem no tempo enquanto sobe e desce em direção às zonas mais nobres da cidade.

No topo da torre encontra um dos melhores miradouros da cidade, que proporciona uma visão esplêndida da Baixa, do Castelo, do rio Tejo e ainda das impressionantes ruínas da Igreja do Convento do Carmo.

Vale a pena subir e sentir um arrepio de emoção com a paisagem que se estende perante os seus olhos.





quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Capela de Santo Amaro

 Situada na Calçada de Santo Amaro, a Capela de Santo Amaro, Monumento Nacional desde 1910, é mais um dos grandes tesouros da capital Lisboeta.

Fundada em 1549, a ela se acede através de uma íngreme escadaria, espelhando o misticismo da cidade das colinas, sobranceira ao magnífico rio Tejo, que é Lisboa.

As origens da sua fundação são incertas, pensando-se que poderá ter sido fundamentada ou por um grupo de marinheiros galegos ou por uma confraria que aqui se teria organizado em 1532 por freires da Ordem de Cristo.
Desde cedo local de Romaria, tornou-se famosa pela Romaria de Santo Amaro, uma das mais apreciadas em toda a cidade, que decorria a 15 de Janeiro, tendo a última sido realizada em 1911.

Este pequeno templo de planta centralizada, em redor de um amplo átrio semicircular, em estilo Renascentista, terá sido projectada por Diogo de Torralva, um dos muito conceituados arquitectos do século XVI.

O átrio está revestido por um notável conjunto de azulejos polícromos tardo-maneiristas alusivos a Santo Amaro, destacando-se também três portões de ferro forjado do século XVIII, bem como todo o conjunto formado pelo adro e escadaria.

Durante alguns anos a Capela ficou abandonada e foi saqueada, chegando a servir de carvoaria, tendo, em 1927, sido entregue à Irmandade do Santíssimo Sacramento, e no ano seguinte o espaço foi reabilitado para o culto.

Actualmente, a Ermida está aberta ao público apenas à segunda-feira.












Miradouro de S. Pedro de Alcântara

Guarde o fôlego da subida para uma das melhores vistas de Lisboa. Faça deste miradouro, o seu ponto de descoberta e encantamento com a cidad...