domingo, 16 de fevereiro de 2025

Carruagem da Coroa

 


Fabricada na Inglaterra, foi encomendada em Londres para o rei D. João VI, pelo conde da Póvoa, então ministro da Fazenda. Sofreu adaptações para a coroação do rei D. Carlos e pertencendo à coleção do Rei o coche localizando-se no picadeiro Real em Belém o coche foi utilizado pela última vez em 1957 quando a Rainha Isabel II de Inglaterra viu desfilar, foi durante uma visita a Portugal a rainha foi transportada do Cais das Colunas, Terreiro do Paço ate ao parque Eduardo VII na carruagem da coroa, a mais usada no final do século XIX para as visitas de Estado regressando ao picadeiro Real em Belém e atualmente em exposição no Museu dos Coches (Lisboa), encontra-se em perfeitas condições para circular, talvez para uma próxima cerimónia de investidura.
















sábado, 18 de janeiro de 2025

LISBOA FERRIES - OS CACILHEIROS

Em Lisboa, os ferries do rio Tejo são conhecidos por CACILHEIROS. Embarcações elegantes que há muito fazem parte do panorama marítimo de Lisboa. Desde 1975, os serviços locais de ferry fluvial são operados pelo Grupo TRANSTEJO, que inclui também a empresa irmã SOFLUSA.







quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

O AMERICANO e suas mulas

Há 151 anos...

O americano da Carris, "um carro cómodo e seguro, para passageiros, movidos por força animal e e sobre carris de ferro colocados ao nível do solo" inaugurou a sua primeira carreira às 12 horas e 35 minutos de 17 de Novembro de 1873, entre Santa Apolónia e Santos.

Foi um dia de festa rija, com os carros, os muares, cocheiros, tudo engalanado e vestido a primor, bandas de música, foguetes e a presença das autoridades oficiais mais representativas. ao longo de todo o percurso.

O «Americano» podia transportar cerca de trinta passageiros. A empresa começou a servir o público entusiasmado com 32 carros (vinte e quatro fechados e oito abertos destinados aos fumantes e fumistas) e sessenta cavalos muares.

«Era um meio de viação seguro, cómodo e barato"





https://sites.google.com/site/pequenashistorietas/hist%C3%B3ria-de-portugal/hist%C3%B3ria-da-carris

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Mosteiro de Santa Maria de Belém ou dos Jerónimos

À beira do Tejo, o apogeu da arquitetura manuelina. No local onde hoje se situa o Mosteiro dos Jerónimos, junto à antiga praia de Belém, situava-se originalmente uma pequena ermida dedicada a Santa Maria que fora mandada construir pelo Infante D. Henrique, em 1452. No início do século XVI o rei D. Manuel I viu reconhecida pela Santa Sé a sua pretensão de mandar erigir ali um grande mosteiro, que foi doado à Ordem dos Frades de São Jerónimo. Ponto culminante da arquitetura manuelina e intrinsecamente ligado à epopeia dos Descobrimentos, este mosteiro é o mais notável conjunto monástico português do seu tempo e uma das principais igrejas-salão da Europa. A construção iniciou-se em 1501, prolongou-se por cem anos e foi dirigida por um notável conjunto de arquitetos e mestres de obras nacionais e estrangeiros. Com traçado inicial do francês Boytac, a obra foi continuada por outros Mestres, nomeadamente João de Castilho e, já em meados do século, Diogo de Torralva. Após a chegada dos portugueses à Índia, a coroa portuguesa pôde custear o empreendimento com as verbas provenientes do comércio com o Oriente. O rei D. Manuel I canalizou boa parte da chamada “Vintena da Pimenta” (aproximadamente 5% das receitas provenientes do comércio com a África e o Oriente, o equivalente a 70kg de ouro por ano) para custear os trabalhos de construção. Neste monumento, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, merecem desde logo destaque as fachadas, a Igreja e os claustros. Na fachada sul, pode admirar-se o portal lavrado por João de Castilho, onde as figuras estão dispostas segundo uma hierarquia específica: em baixo, o Infante D. Henrique guarda a entrada, a meio, a Virgem de Belém abençoa o monumento, e o Arcanjo São Gabriel, o protetor de Portugal, remata o arco. O portal ocidental, por onde se entra no espaço sagrado, é da autoria de Nicolau Chanterenne. À esquerda, protegido por São Jerónimo, encontra-se a estátua do rei D. Manuel que se diz ser um retrato fiel, e, à direita, a da rainha D. Maria, sua esposa, protegida por São João Baptista. No interior, encontra-se a igreja-salão, obra-prima do manuelino, da autoria de João de Castilho. Note-se como, num audacioso trabalho de arquitetura, a bela abóbada do transepto não é sustentada por nenhuma coluna. À entrada, depois do coro baixo, encontram-se os cenotáfios do poeta Luís de Camões, autor do poema épico "Os Lusíadas", e de Vasco da Gama, comandante da armada que em 1497 rumou para a Índia. Nas capelas laterais, estão sepultados os reis, príncipes e infantes descendentes de D. Manuel I. Na capela-mor, reconstituída posteriormente por Jerónimo de Ruão, encontram-se os túmulos de D. Manuel I, do seu filho D. João III e suas esposas. Merecem especial menção o sacrário em prata maciça, obra de ourivesaria portuguesa de meados do século XVII.










sábado, 28 de dezembro de 2024

Café A Brasileira (Lisboa)

A Brasileira do Chiado, fundada a 19 de Novembro de 1905 na Rua Garrett nºs. 120-122, no Chiado, é um dos três cafés mais antigos de Lisboa, que atravessaram todo o séc. XX e se mantêm abertos.

Edifício na Rua Garrett, n.º 102 a 122, onde a Brasileira do Chiado se insere, e que aloja também a Loja David & David, a Pastelaria Bénard, a Livraria Sá da Costa e o Hotel Borges, encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1997

História do café

À semelhança dos propósitos originais do seu fundador, e fazendo justiça ao mote original, A Brasileira do Chiado continua a importar café, com especial predominância do Brasil, onde são produzidos alguns dos grãos mais premiados do mundo, pela excelência de todo o processo de produção – do cultivo à torra.

A origem da «Bica»

O termo tem origem n’”A Brasileira” do Chiado, em Lisboa, onde o café era tirado directamente das torneiras (ou bicas, tal como a bica dum fontanário) das máquinas onde era feito. Adriano Telles oferecia um café, muitas vezes por ele tirado, e servia-o para o cliente provar o café a grosso que comprava para levar para casa. Os clientes aperceberam-se que o café servido directamente da bica da máquina era mais saboroso e consideravam que a passagem intermédia para a cafeteira o café perdia sabor além de que ia arrefecendo. Assim, em Lisboa, o termo foi adoptado como sinónimo de um café, até hoje.

Já n’”A Brasileira” do Porto, adoptou-se o termo “Cimbalino”, porque a bica jorrava duma máquina La Cimbal 












Saber mais : https://www.abrasileira.pt/




terça-feira, 24 de dezembro de 2024

BOAS FESTAS

Lisboa cheia de luz e decoração desta linda quadra de Natal com mercado na Praça da Figueira, Parque Eduardo 7º, Rossio, passando ainda pela Rua do Carmo pelo  Chiado, Praça do Municipio,  e Praça Luís de Camões, em Dezembro 2024
























































 

Miradouro de S. Pedro de Alcântara

Guarde o fôlego da subida para uma das melhores vistas de Lisboa. Faça deste miradouro, o seu ponto de descoberta e encantamento com a cidad...